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Quanto ganharam os clubes de futebol com as parcerias de apostas em 2025

by Juliano Buzato
Quanto ganharam os clubes de futebol com as apostas em 2025

Em 2025, o cenário do futebol brasileiro viu um crescimento expressivo no valor das parcerias comerciais, especialmente com patrocinadores futebol ligados ao setor de jogos online. Casas de apostas patrocinam times brasileiros de todas as divisões, movimentando cifras milionárias e fortalecendo o caixa dos clubes. Essas parcerias não apenas ampliaram o alcance das marcas, mas também ajudaram as equipes a investir em infraestrutura, contratações e categorias de base. O impacto financeiro é tão relevante que, para muitos dirigentes, esses acordos se tornaram essenciais para manter a competitividade dentro e fora de campo.

Principais clubes por receita de patrocínio de apostas

Nos últimos anos, os times patrocinados por casas de apostas ganharam protagonismo no cenário esportivo, e 2025 confirmou essa tendência com números impressionantes. Entre os clubes do Brasileirão patrocinadores do setor figuram nomes de peso, que fecharam contratos milionários e viram suas receitas dispararem. Esses acordos, que hoje estão entre os maiores patrocínios futebol brasileiro, ultrapassam a mera exposição de marca: envolvem ativações nas redes sociais, promoções exclusivas para torcedores e até ações dentro dos estádios.

Flamengo, Corinthians e Palmeiras continuam na ponta, garantindo cifras que permitem reforçar elencos e investir em tecnologia. Grêmio e Atlético-MG seguem de perto, mostrando que a força regional também atrai grandes marcas. A presença constante dessas empresas no uniforme e nas transmissões consolida o casamento entre futebol e apostas como um dos mais rentáveis do esporte nacional.

ClubePatrocinador (Apostas)Receita Anual Estimada (R$ milhões)
FlamengoBetano250 mi R$
CorinthiansEsportes da Sorte103 mi R$
PalmeirasSportingbet100 mi R$
São Paulo FCSuperbet78 mi R$
Vasco da GamaBetfair70 mi R$
Santos FCNovibet70 mi R$
Atlético-MGH2Bet60 mi R$
BotafogoVbet55 mi R$
FluminenseSuperbet52 mi R$
InternacionalAlfabet50 mi R$
GrêmioAlfabet50 mi R$
CruzeiroBetfair40 mi R$

Porque é que esses clubes ganham mais

Esses clubes conseguem atrair valores mais altos de patrocínio futebol porque reúnem fatores estratégicos que interessam às marcas. A base de torcedores é massiva e altamente engajada, garantindo ampla exposição nas transmissões e redes sociais. Além disso, os resultados em campo e a presença constante em competições de destaque aumentam a visibilidade internacional. As empresas do setor de apostas veem nesses times a oportunidade de associar sua imagem a vitórias e grandes momentos, potencializando o retorno do investimento. No mercado de bets futebol clube, a combinação entre popularidade, performance e mídia consolidada transforma esses contratos em parcerias de alto valor.

O papel dos casinos online na indústria do patrocínio de futebol

Nos últimos anos, os casinos online deixaram de ser apenas plataformas de jogo para se tornarem protagonistas na indústria do patrocínio de futebol. Em 2025, a presença dessas marcas nas camisolas, nos painéis publicitários e nas campanhas digitais é tão comum quanto a de bancos ou fabricantes de equipamentos desportivos. Para os clubes, o retorno vai muito além do investimento financeiro: estas parcerias incluem ativações criativas, promoções exclusivas para adeptos e ações que fortalecem a ligação com a comunidade. Para os casinos, é a oportunidade perfeita de alcançar um público global, aproveitando a paixão pelo futebol para consolidar a marca.

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Como os clubes utilizam a receita dos parceiros de apostas

A entrada de recursos vindos dos patrocinadores do Brasileirão, especialmente das casas de apostas, mudou a forma como muitos clubes planejam o futuro. Esse dinheiro não fica parado: ele circula, se transforma em reforços, obras e ações que fortalecem a marca. Em alguns casos, serve para segurar aquele craque que a torcida não quer perder; em outros, para finalmente tirar do papel a reforma no estádio ou no centro de treinamento. Há também espaço para investir na base, onde se moldam os talentos de amanhã, e em campanhas que aproximam o torcedor do dia a dia do time.

Exemplos de onde o dinheiro é aplicado:

  • Contratações pontuais e renovações importantes.
  • Melhoria da infraestrutura, do gramado aos vestiários.
  • Formação e observação de jovens promessas.
  • Projetos sociais que reforçam o papel do clube na comunidade.
  • Ações de marketing para manter a torcida engajada.

O que acontecerá se a publicidade em apostas for proibida

Se um dia a publicidade de apostas for proibida, o baque no futebol brasileiro será enorme. Não estamos falando de patrocínios comuns, mas, em muitos casos, do maior patrocínio do futebol brasileiro para vários clubes. É dinheiro que sustenta folha salarial, banca reforços e mantém a engrenagem girando. Sem ele, o rombo no orçamento seria inevitável e a busca por novas fontes de receita teria de ser imediata.

Os efeitos não parariam no campo financeiro. Ações com torcedores, programas sociais e até investimentos na base seriam reduzidos ou suspensos. Times menores, que encontraram nas casas de apostas um parceiro fiel, sentiriam ainda mais. Salários atrasados, cortes no elenco e infraestrutura abandonada passariam a fazer parte da rotina.

O impacto se espalharia para o marketing e para a mídia esportiva: menos ativações, menos engajamento e até perda de visibilidade internacional. Em resumo, o futebol teria que se reinventar e rápido para não perder competitividade.

Conclusão

Se a proibição da publicidade em apostas entrar em vigor, o futebol brasileiro vai sentir o golpe. As casas de apostas, hoje, estão entre os principais patrocinadores dos times brasileiros, colocando cifras pesadas na conta de clubes grandes e pequenos. É dinheiro que banca desde contratações milionárias até a reforma de um vestiário antigo.

Sem esse aporte, a matemática não fecha. Clubes teriam de cortar gastos, buscar parceiros de outros setores e, em muitos casos, apertar o cinto de forma drástica. Não é exagero dizer que a qualidade técnica dos campeonatos sofreria, com menos estrelas e elencos mais modestos.

O torcedor também perderia: promoções, eventos e ações que aproximam o público do time ficariam no passado. E a base berço de novos talentos provavelmente veria seus recursos minguarem.

Em última análise, a saída dessas marcas obrigaria o futebol nacional a se reinventar. E rápido. Porque, sem criatividade e novas fontes de receita, o jogo fora de campo pode ser ainda mais difícil que os 90 minutos dentro dele.

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