Recentemente noticiamos que a Topper pretende alterar ou romper seu contrato com a maioria de seus clubes e as conversas com os atuais parceiros já iniciaram.

O Goiás por exemplo, chegou a um acordo com a marca e cumprirá o seu contrato assinado no início de 2017, já o Náutico, parceiro da marca desde abril de 2016, não ficou nada satisfeito com as mudanças contratuais propostas pela Topper, é o que noticia o jornal FolhaPE.

De acordo com a publicação, o presidente Ivan Pinto da Rocha afirmou que não pensa em rescindir o vínculo com a fornecedora, mas avisou que se o acordo que foi assinado no ano passado não for cumprido, notificará judicialmente a marca.

“Ficamos chateados com algumas modelagens do patrocinador. Não foi isso que estava no contrato estabelecido, mas esperamos que eles cumpram o que foi acordado no primeiro momento. Caso contrário, vamos entrar na justiça”, declarou o mandatário alvirrubro.

A principal mudança proposta pela Topper está em relação aos royalties pagos pelas vendas de camisas. Atualmente o Náutico vende cerca de 18 mil camisas e a fornecedora deseja pagar royalties apenas se o clube bater uma meta de 30 mil peças vendidas no ano, situação que ficará ainda mais difícil, já que o clube acaba de ser rebaixado para a série C do Campeonato Brasileiro.

“Na verdade não há problema com a Topper. Queremos apenas que eles cumpram o contrato da maneira como foi fechado. Eles fizeram uma proposta contra o que estava estabelecido. A pessoa que veio com essa proposta saiu da empresa, mas ainda estamos esperando o que vão dizer”, concluiu o presidente do Náutico.

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Acham que a parceria entre Topper e Náutico vai prosseguir, ou está com os dias contados?