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Após um ano de parceria e muitos problemas, o Fluminense rescindiu o contrato de fornecimento de material esportivo com a canadense Dryworld, aceita prontamente. A logomarca da empresa foi até retirada do site oficial do Tricolor. Agora, os dirigentes tricolores entrarão com um processo e devem cobrar mais de R$ 100 milhões, por quebra de contrato e danos morais e materiais.

O contrato com a marca previa pagamento R$ 13,5 milhões por ano, por cinco temporadas, valor muito maior que o que era pago anteriormente pela Adidas, de R$ 4,5 milhões por ano.

Mas, durante toda a temporada de 2016, o Tricolor teve problemas com o fornecimento, já que a Dryworld não entregou o que for prometido no fornecimento. Para se ter uma noção, as categorias de base do Flu ainda jogam com uniformes da Adidas usados até 2015, inclusive na Copa São Paulo de 2017. Além disso, no último semestre o Fluminense não recebeu os valores referentes as parcelas de patrocínio.

 

Equipe júnior do Fluminense ainda atua com camisas Adidas
Equipe júnior do Fluminense ainda atua com camisas Adidas

Boatos sobre a Nike esfriam; Adidas pode voltar

Com a saída da Dryworld sacramentada, o Tricolor está indo atrás de uma nova fornecedora de material esportivo para o Campeonato Brasileiro, que começa no dia 14 de maio.

O presidente Pedro Abad disse em entrevista que o anúncio da nova fornecedora de material esportivo está muito perto de acontecer. “As tratativas estão avançadas. Estamos avaliando diversos fatores para que a distribuição, principalmente, seja melhor para o torcedor e para o clube. É uma escolha que tem que ser feita com cuidado para que não se repitam os problemas”.

Durante o mês de dezembro, a imprensa especulou sobre um possível acerto com a Nike, no entanto, nada concreto foi apurado por nossa equipe.

Já recentemente, alguns torcedores têm acreditado que a Adidas pode estar voltando ao clube. Isso porque as últimas postagens nas redes sociais oficiais da equipe, a fonte utilizada é muito parecida, ou igual, a que a marca alemã utiliza. Boatos ou não, a possibilidade existe.

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Patrocinador máster perto de ser anunciado

Em relação ao novo patrocinador máster, a Caixa Econômica Federal, além da TCL e Huawei, empresas asiáticas, surgem como favoritas. Abad diz que é questão de tempo para que o anúncio seja feito: “No que tange ao patrocínio master, estamos ainda mais adiantados e esperamos anunciar o mais rápido possível”.

O Fluminense não possui patrocinador máster desde a saída da Viton 44, no início de 2016.

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Com a saída da Dryworld, qual marca você gostaria de ver no Fluminense em 2017?